revira-volta
Há um tempo abandonei o cellardooor sem dar satisfações. Estava cansada e não me sentia mais tão bem escrevendo ali, surgiu uma oportunidade e eu comecei a escrever em uma coluna de cinema no site Omanicomio.com que por alguns motivos deixou de existir a pouco tempo. Contudo, a saudade de escrever veio à tona, e cá estou eu de novo, em mais uma tentativa de botar tudo pra fora. Selecionei alguns poucos textos que eu mais gostava do antigo blog, e re-postei(?) aqui, e hoje, simplesmente pra voltar, vou postar um “poema” de um filme velhinho e conhecido, mas bem belo.
“Odeio o modo como fala comigo, e como corta o cabelo
odeio como dirige meu carro e odeio o seu desmazelo.
odeio suas enormes botas de combate e como consegue ler minha mente
eu odeio tanto isso em você que ate me sinto doente.
Eu odeio, eu odeio como esta sempre certo e odeio quando me faz rir muito
e mais quando me faz chorar.
eu odeio quando não esta por perto e o fato de não me ligar.
Mas eu odeio principalmente não conseguir te odiar.
nem um pouco.
nem por um segundo.
nem mesmo só por te odiar”
quinta-feira, 21 de agosto de 2008 @